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quarta-feira, 16 de junho de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Jovens Transformados no Amor
Jovens transformados no amor com: Hygo, Beatriz, Isabel,Hebert, e Juliana
Não perca todas às quartas ás 20:00h. Você poderá falar com o nosso operador Carlos Átila e dar as suas opiniões sobre o prorama, dizer um tema e tudo que você quiser.
Não se Esqueça, todas às quartas ás 20:00h... É IMPERDÍVEL
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ATENÇÃO:
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quarta-feira, 10 de março de 2010
O programa do dia 13/10/2010
WebRádio Doce Mãe de Deus
Hygo: Boa Noite! Paz e Bem a todos os internautas
Beatriz: Está começando mais uma vez o programa
TODOS: JOVENS TRANSFORMADOS NO AMOR
Isabel: E hoje nós vamos falar de uma santa não muito conhecida
Carlos: Vamos falar de Santa Bakhita
Hygo: Bakhita nasceu em uma importante família de Olgossa, aldeia situada na região de Darfur, oeste do Sudão
Beatriz: Seu pai era irmão de um chefe tribal. Aos nove anos foi raptada por traficantes árabes de escravos e durante os próximos oito anos foi vendida e revendida cinco vezes nos mercados.
Isabel: O trauma provocado pelo rapto levou-a a esquecer seu próprio nome e o nome pelo qual a conhecemos é composto pelo nome a ela dado pelos traficantes de escravos (bakhita, termo árabe que significa sorte) e o nome cristão que ela adotou na vida adulta. Foi também obrigada a converter-se ao Islam.
Carlos: Bakhita sofreu muitas brutalidades durante o cativeiro. Certa ocasião o filho de seu senhor espancou-a tanto que ela passou um mês incapacitada de levantar-se de seu colchão de palha
Hygo: Recordou mais tarde que a mais aterrorizante lembrança foi a de seu quarto senhor, um oficial do exército otomano, que mandou marcá-la e aos demais escravos como sua propriedade, por meio de um procedimento que se assemelhava à escarificação e à tatuagem.
Beatriz: Em suas memórias, escritas em italiano muito anos mais tarde, ela evoca o momento em que um prato com farinha, um prato com sal e uma navalha foram trazidos por uma mulher, que desenhou padrões em sua pele e então fez cortes profundos, seguindo as linhas traçadas, aplicando nas feridas sal e farinha para garantir cicatrizes permanentes.
Isabel: Mais de sessenta padrões foram cortados em seu peito, barriga e braços.
Carlos: Seu último senhor foi um diplomata italiano, Callisto Legnani. Ele e seu amigo, Augusto Michieli, compraram-na e a levaram para a Itália.
Hygo: Ela tornou-se babá da filha de Michieli, Mimmina. Em 1888 ou 1889 Bakhita foi deixada sob os cuidados das Irmãs de Canossa, em Veneza, enquanto a família Michieli se mudou, a negócios, para o Mar Vermelho. Ela foi batizada em 1890.
Beatriz: Quando os Michieli voltaram para buscar a filha deles e Bakhita, esta última não quis acompanhá-los. A sra. Michieli tentou forçar a situação, mas a diretora da escola que Bakhita e Mimmina haviam frequentado em Veneza queixou-se às autoridades.
Isabel: Um tribunal italiano decidiu que, como o Sudão havia tornado ilegal a escravidão antes do nascimento de Bakhita, e como a lei italiana de modo algum reconhecia a escravidão, ela, na verdade, jamais havia sido escrava.
Carlos: Agora Bakhita atingia a maioridade e achava-se, pela primeira vez na vida, controlando de seu próprio destino. Escolheu permanecer com as Irmãs de Canossa.
Hygo: Em 1896 Bakhita juntou-se permanentemente às irmãs e, em 1902, foi designada para um estabelecimento religioso em Schio [3], na província de Vicenza, norte da Itália, onde passou o resto da vida.
Beatriz: O único período prolongado que passou longe de Schio foi entre 1935 e 1938, quando ajudou a preparar jovens freiras para trabalhar na África.
Isabel: Durante os 45 anos de permanência em Schio, Josephine foi habitualmente designada para exercer a função de porteira e, assim, estava em frequente contato com a comunidade local.
Carlos: Sua gentileza, a voz calma, o constante sorriso se tornaram muito conhecidos e os moradores de Vicenza até hoje a ela se referem como la nostra madre moretta (a nossa freira moreninha).
Hygo: Seu carisma especial e sua reputação de santidade foram notados por sua ordem religiosa e ela foi instruída a publicar suas memórias e a fazer palestras sobre suas experiências, o que a tornou famosa em toda a Itália.
Beatriz: Seus últimos anos foram marcados pela dor e pela doença, mas ela conservou suas boas disposições e, sempre que lhe perguntavam como estava, Bakhita sorria e respondia “como o Senhor deseja”.
Isabel: Em seus derradeiros dias suas recordações se voltaram para os anos de escravidão e, em delírio, ela gritava: “Por favor, afrouxem os grilhões… eles são tão pesados”.
Carlos: Josephine morreu no dia 8 de fevereiro de 1947. Durante três dias seu corpo ficou exposto e milhares de pessoas foram prestar-lhe a última homenagem.
Hygo: Os pedidos de canonização começaram imediatamente e o processo se iniciou em 1959, apenas doze anos após suas morte.
Beatriz: Em 1o de dezembro de 1978 o Papa João Paulo II declarou Josephine Venerabilis, o primeiro passo da canonização.
Isabel: Em 17 de maio de 1992 foi declarada Beata e o dia 8 de fevereiro foi designado como o dia de sua festa.
Carlos: Em 1o de outubro de 2000 foi canonizada e tornou-se Santa Josephine Bakhita.
Hygo: É venerada como uma santa africana moderna e como santa de especial relevância para a escravidão e a opressão. Foi proclamada santa padroeira do Sudão.
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